segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Primeira Lei de Newton

Primeira Lei de Newton

A primeira Lei de Newton tem como referência o filósofo grego Aristóteles, segundo essas referencias, um corpo ao sofrer uma certa força de empuxo ele se desloca para frente e se essa força cessar, o corpo pára, ou seja, ele só permanece em movimento se alguma força estiver atuando sobre ele.
Esta hipótese foi formulada por Aristóteles no século IV a.C. e teve sua aceitação até o renascimento por volta do século XVII.

 Galileu Galiei afirmou sobre um estudo dos movimentos dos corpos que toda a força aplicada a um corpo para sua movimentação sofria uma força contrária e de sentido oposto denominada de Força de Atrito, assim definiu que se não existisse tal força o objeto não pararia mesmo se cessasse a aplicação de uma força de empuxo neste objeto.

Estes experimentos de Galileu concluíram a propriedade física da matéria, a inércia.
No ano da morte de Galileu nacia Isaac Newton que mais tarde formulava as leis da dinâmica sendo que a primeira destas leis foi chamada de lei da Inércia.
“Na ausência de forças, um corpo em repouso continua em repouso, e um corpo em movimento, continua em movimento retilíneo uniforme (MRU).
Movimento Retilíneo Uniforme é o movimento no qual a velocidade permanece constante durante todo o percurso de um corpo. A velocidade é constante e diferente de zero (V≠0) e a aceleração é nula (a = 0).

Assim, tanto Galileu quanto Newton perceberam que um corpo pode se movimentar sem que nenhuma força esteja atuando sobre ele.

Conceito de Inércia

Inércia cosiste na tendëncia natural que os corpos possuem em manter a velocidade constante.
Sendo assim, todo o corpo em repouso tende a permanecer em repouso até que se exerça certa força sobre ele e todo o corpo em movimento tende a permanecer em movimento retilíneo uniforme.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Introdução à Música

Propriedades do Som
1 - A música é a arte do som. Este tem quatro propriedades: duração, intensidade, altura e timbre.
a) Duração é o tempo de produção do som;
b) Intensidade é a propriedade do som ser mais fraco ou mais forte;
c) Altura é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo.
Por exemplo: no piano, tocando-se da direita para a esquerda, o som vai-se tornando mais grave. Tocando-se ao contrario, da esquerda para a direita, ele vai-se tornando mais agudo.
d) Timbre é a qualidade do som, que permite reconhecer a sua origem. É pelo timbre que sabemos se o som vem de um violino, de uma flauta, de um piano ou de uma voz humana.
Todo e qualquer som musical tem, simultaneamente, as quatro propriedades, com exceção do som musical de alguns instrumentos de percussão, pois estes sons não tem altura, é mais um ruído que som.


2 - Na escrita musical, as propriedades do som são representadas da seguinte maneira:
a) Duração, pela figura da nota e pelo andamento;
b) Intensidade, pelos sinais de dinâmica;
c)Altura, pela posição da nota no pentagrama e pela clave;
d)Timbre, pela indicação da voz ou instrumentos que deve executar a música.

sábado, 13 de agosto de 2011

Viagem no Tempo





É interessante como se processa em nosso cérebro uma viagem no tempo. Começamos a pensar sobre como seria retornar no tempo, mas e se nos encontrarmos no passado?

Um exemplo disso são os vários filmes sobre as viagens no tempo, mas poucos mostram o viajante se encontrar com ele mesmo...

No filme "De Volta para o Futuro", o protagonista volta 30 anos no tempo e esbarra em seu pai e muda toda a história da sua vida, tanto que a foto que trazia dos irmãos com ele, as imagens deles estavam desaparecendo, pois havia mudado o curso da historia.


Vamos ao texto retirado do site www.fisica.net 


ERA UMA VEZ UMA GAROTA ESPERTA


There was a young lady named, 
Bright Who traveled much faster than light. 
She started one day 
In the relative way, 
And returned on the previous night.
Era uma garota esperta,
Muito mais rápida que a luz. 
Um dia ela partiu
Do jeito relativo,
E chegou de volta na véspera.


   Estes versinhos muito citados, que apareceram pela primeira vez na revista britânica Punch muito tempo atrás, quando as teorias de Einstein começavam a chegar ao conhecimento do público mais amplo, descreve com bastante precisão uma das implicações da teoria especial da relatividade de Einstein. A teoria nos diz que se alguma coisa - quer seja um objeto material ou uma informação — pudesse se deslocar com velocidade maior que a da luz, seria capaz de se deslocar do futuro para o passado.

    Como muitas conclusões surpreendentes na Física, a idéia de que a viagem mais rápida que a luz pode, sob certas circunstâncias, ser também uma viagem no tempo pode ser deduzida de alguns pressupostos muito simples. A teoria especial se apóia em apenas dois. O primeiro é que a velocidade da luz, tal como medida por qualquer observador é sempre a mesma. O segundo é que as leis da Física parecerão as mesmas para qualquer observador num estado de movimento uniforme. "Uniforme", aqui, significa "com uma velocidade constante numa direção fixa". A distinção entre movimento uniforme e não-uniforme é importante. Por exemplo, uma passageira de um avião que está se movendo com velocidade constante numa linha reta sente a mesma força da gravidade que na superfície da Terra e pode caminhar para frente e para trás pelo corredor como caminharia pelo corredor de um auditório. Mas se de repente o avião encontrar turbulência e perder altura, a coisa pode mudar de figura. Em condições extremas, uma bandeja de comida pode até parecer estar levantando vôo.

    A idéia de relatividade não é na verdade nada de novo. Galileu e Newton sabiam que o movimento era relativo. Tinham conhecimento de que um passageiro num navio em movimento por um mar calmo pode, se quiser, considerar que o navio está em repouso. Como Galileu assinalou, um objeto que se deixa cair de um mastro parecerá cair diretamente para baixo rumo ao convés, quer a embarcação esteja se movendo pela superfície do oceano ou não. A única coisa que importa é o movimento do objeto em relação ao navio.

    Na verdade, somos todos relativistas naturais. Uma pessoa sentada numa cadeira vai geralmente se considerar "imóvel", ainda que a Terra esteja girando em seu eixo e revolvendo-se em torno do Sol, enquanto o Sol se revolve em torno do centro de nossa Via Láctea, que por sua vez se move em relação a outras galáxias no espaço. Nenhum desses movimentos é uniforme. O movimento circular, por exemplo, não é uniforme porque não se dá em linha reta. Para os propósitos da vida cotidiana, no entanto, esses movimentos se aproximam o suficiente da uniformidade.
        

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Medidas de massa


Medidas de massa
Introdução
    Observe a distinção entre os conceitos de corpo e massa:
    Massa é a quantidade de matéria que um corpo possui, sendo, portanto, constante em qualquer lugar da terra ou fora dela.
    Peso de um corpo é a força com que esse corpo é atraído (gravidade) para o centro da terra. Varia de acordo com o local em que o corpo se encontra. Por exemplo:
    A massa do homem na Terra ou na Lua tem o mesmo valor. O peso, no entanto, é seis vezes maior na terra do que na lua.
    Explica-se esse fenômeno pelo fato da gravidade terrestre ser 6 vezes superior à gravidade lunar.
Obs: A palavra grama, empregada no sentido de "unidade de medida de  massa de um corpo", é um substantivo masculino. Assim 200g, lê-se "duzentos gramas".


Quilograma
    A unidade fundamental de massa chama-se  quilograma.    


O Quilograma (kg) é a massa de 1dm3 de água destilada à temperatura de 4 º C.


     Apesar de o quilograma ser a unidade fundamental de massa, utilizamos na prática o grama como unidade principal de massa.


Múltiplos e Submúltiplos do grama


                            Múltiplos                               Unidade Principal                       Submúltiplos
quilograma   hectograma  decagrama                   grama                    decigrama  centigrama  miligrama
     kg                     hg                 dag                          g                                dg             cg                 mg
1000g                    100 g              10g                          1g                             0,1g             0,01g           0,001g



   Observe que cada unidade de volume é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior. Exemplos:
1 dag = 10 g
1 g = 10 dg







segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Eletroluminescência

    Eletroluminescência
    A energia, necessária aos átomos para a irradiação de luz, pode ser transmitida também por emissores não térmicos. Quando há descargas nos gases, o campo elétrico comunica aos elétrons uma grande quantidade de energia cinética. os elétrons rápidos sofrem choques não elásticos com os átomos. Os átomos excitados libertam energia sob a forma de ondas luminosas. Graças a isso, as descargas do gás são acompanhadas de luminescência. Trata-se de eletroluminescência.
    As auroras boreais constituem uma manifestação de eletroluminescência. Os fluxos de partículas carregadas, emitidas pelo Sol, são atraídos pelo campo magnético da Terra. Elas excitam os átomos das camadas superiores da atmosfera junto do pólo magnético da Terra e, graças a isso, esta camadas iluminam-se. A eletroluminescência utiliza-se nos tubos dos anúncios luminosos.

utiliza-se nos tubos dos anúncios luminosos.
    Luminescência catódica
    A luminescência de corpos sólidos provocada por um bombardeamento de eletrões chama-se luminescência catódica . Graças a luminescência catódica iluminam-se os écrans dos tubos catódicos dos televisores.
    Luminescência química
    Quando se dão algumas reações químicas exotérmicas a parte da energia libertada transforma-se em energia luminosa. O emissor de luz mantém-se frio (à temperatura do meio onde se encontra). Este fenômeno chama-se luminescência química . Quase todos vós, provavelmente, já o conhecem. No Verão na floresta, durante a noite é possível ver um inseto curioso - o pirilampo. No seu corpo "luz" uma pequena lanterna verde. Vocês não queimam os dedos, se apanharem um pirilampo. A mancha luminosa que se encontra nas costas do pirilampo tem praticamente a mesma temperatura que o ar à sua volta. A propriedade de se iluminarem é encontrada também noutros organismos vivos: bactérias, insetos e muitos peixes, que vivem a grandes profundidades, onde a luz solar não chega. Muitas vezes, no escuro, iluminam-se bocados de madeira em putrefação. Lamentavelmente, até agora não é possível construir emissores da luz econômicos, baseados nos princípios da luminescência química.
    Fotoluminescência
    Parte da luz que incide na matéria reflete-se e outra parte absorve-se. A energia da luz que é absorvida, na maioria dos casos, provoca apenas o aquecimento do corpo. No entanto, alguns corpos começam imediatamente a emitir luz sob ação da radiação que incide neles. Trata-se da fotoluminescência . A luz excita os átomos (aumenta a sua energia interna), depois do que eles próprios se iluminam. Por exemplo, as tintas luminosas que envolvem muitos brinquedos da árvore de Natal, irradiam luz depois de submetidos a radiação.
    A luz irradiada por fotoluminescência tem, em regra, um comprimento de onda maior do que a luz que causou a luminescência. isto pode ser verificado experimentalmente. Se dirigirmos para um recipiente com tinta fluorescente (orgânica) um fluxo luminoso, que se fez passar através de um filtro da cor violeta, então este liquido começa a iluminar-se com luz verde-amarela, ou seja, a luz que tem um comprimento de onda maior do que o da luz violeta.
    O fenômeno de fotoluminescência emprega-se nas lâmpadas de luz natural. As lâmpadas de luz natural são aproximadamente três a quatro vezes mais econômicas do que as habituais lâmpadas incandescentes.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Radiação térmica

Radiação térmica
    A forma mais simples e mais difundida de radiação é a radiação térmica: a energia libertada pelos átomos sob a forma de luz é compensada pela energia do movimento térmico dos átomos (ou moléculas) do corpo que irradia. Quanto maior é a temperatura do corpo tanto mais rapidamente se movem os átomos. Quando os átomos rápidos ( ou moléculas) colidem uns com os outros, parte da sua energia cinética transforma-se em energia de excitação dos átomos que depois irradiam luz.
    A radiação solar é um exemplo de radiação térmica. Uma lâmpada habitual incandescente é um emissor térmico de luz. É um emissor muito cômodo, mas pouco econômico. Só cerca de 12% de toda a energia libertada pelo filamento da lâmpada elétrica se transforma em energia luminosa. Finalmente, outro emissor térmico de luz é a chama. As partículas de fuligem (partes do combustível ainda não queimadas) tornam-se incandescentes, graças à energia libertada durante a combustão, e emitem luz.

Revolução Digital

No dia 16 de dezembro de 1947, nasceu a revolução digital. Foi em Murray Hill, estado de New Jersey, EUA, quando dois cientistas do renomado Bell Laboratories construíram um estranho dispositivo com alguns contatos de ouro, um pequeno pedaço de material semicondutor e um clipe de metal dobrado. A invenção era capaz de amplificar uma corrente elétrica ou ainda ligá-la e desligá-la, como um interruptor. Nascia assim o transistor.
Sem perceber, nossas vidas foram moldadas por esse estranho dispositivo que a maioria de nós nem sabe como funciona. Mais ainda, hoje, milhões de transistores podem ser construídos minuciosamente em pequeninas placas de silício. São os circuitos integrados, ou microchips. Nos microchips, toda a informação e entretenimento do mundo podem ser armazenados em formato digital, processados e enviados a qualquer canto deste planeta interconectado. Mas nem sempre as coisas foram assim…

A velocidade das transformações
    Por milhares de anos, os homens pré-históricos viveram da caça de animais selvagens e da coleta de plantas e frutas fornecidas pela Natureza. Não eram tempos fáceis e cada refeição se transformava numa grande empreitada atrás de alimento. A troca de experiências (isto é, a velocidade de propagação de conhecimentos) entre os diversos indivíduos ou entre grupos distintos era incrivelmente lenta. Uma grande transformação veio mudar esse panorama pré-histórico: a revolução agrícola. As mudanças resultantes desse processo foram profundas, e dentre elas a domesticação de animais teve um significado essencialmente importante: o deslocamento humano por longas distâncias foi enormemente facilitado. A velocidade de propagação de conhecimentos começava a se acelerar.
    Muitos milhares de anos depois, uma nova revolução, iniciada em algumas poderosas nações da época, assolou o mundo: a revolução industrial. O advento das máquinas a vapor e um pouco mais tarde dos trens e em seguida dos automóveis consolidaram o domínio dos homens sobre as máquinas. Um pouco mais tarde, desvendado o eletromagnetismo, a velocidade de propagação de informações atingiu níveis impressionantes, graças, sobretudo, ao telégrafo e ao telefone.
    Mais recentemente, o surgimento de computadores pessoais relativamente baratos e de redes de comunicação globais como a Internet colocam a humanidade frente a uma nova onda de transformações. As luzes que se acendem são de uma era em que bits valem mais que átomos e que bens materiais não são mais garantia de poder e riqueza. Hoje, expressões como “tempo real” e “sob demanda” nos dão idéia de quão rápido corre a informação através dos canais de comunicação que envolvem o globo.
    Depois da revolução agrícola e da revolução industrial, o homem vive a revolução do conhecimento. Não há atividade humana que resista a esse período de transição; o impacto das redes de computadores, da microeletrônica, da nanotecnologia, das telecomunicações é total, pode ser sentido no trabalho, na educação, no entretenimento, nas artes. O homem, inabalável, segue como parte integrante e atuante neste cenário de singularidade e de intensas mudanças tecnológicas. A sociedade é agora “pós-industrial” e vive-se o que é chamado de “era da informação”.
    O microchip marcou -- assim como a máquina a vapor, a eletricidade e a linha de montagem em outros tempos -- um avanço singular no desenvolvimento tecnológico da humanidade. Na nova economia, sai a linha de produção, os carros, o aço, a produção em massa, o marketing de massa e a mídia de massa que distribuíam seus produtos provenientes de grandes indústrias, estúdios e editoras. Entram os websites, rápidos como a luz numa fibra óptica, provendo conteúdo especializado e customizável, milhares deles, a poucos cliques do mouse de distância. É a informação em estado puro, na forma de bits -- intangível, inodoro, incolor, invisível, mas mensurável (não em volts, mas em milhões de dólares!).

fonte:
The Information Society Journal
http://www.slis.indiana.edu/TIS/
The Mind, Culture, and Activity Homepage
http://communication.ucsd.edu/MCA/index.html

Information Technology an People Journal
http://www.mcb.co.uk/cgi-bin/journal1/itp

Journal of Computer Mediated Communication
http://www.ascusc.org/jcmc/

Phil Agre’s Home Page
http://dlis.gseis.ucla.edu/people/pagre/

Discussões sobre a revolução digital e a sociedade do conhecimento
http://www.ime.usp.br/~is/ddt/mac333/

A Infoera: O Imenso Desafio do Futuro
http://www.lsi.usp.br/~infoera/




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Emissores de Luz / Mecânica Quântica

 A luz são ondas eletromagnéticas cujo comprimento vai de 4 . 10-7 a 8 . 10-7 m. As ondas eletromagnéticas irradiam-se quando o movimento das partículas carregadas é acelerado. Estas partículas carregadas fazem parte dos átomos que constituem a matéria. Mas, se não soubermos como é constituído o átomo, não podermos dizer nada de concreto sobre o mecanismo da irradiação. Só sabemos que no interior do átomo não há luz, o que é semelhante a dizer que nas cordas de um piano não há som. A semelhança das cordas, que só começam a emitir som depois dos batimentos do martelo, os átomos só emitem luz depois de ser excitados.
    Para que um átomo comece a irradiar é necessário transmitir-lhe uma determinada quantidade de energia. Ao irradiar, o átomo perde a energia que adquiriu e para que a matéria emita luz continuamente é necessária a afluência de energia do exterior. 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

5 forças de Porter

5 Forças de Porter

    Michael Porter é professor da Escola de negócios de Harvard, um dos principais pensadores da administração moderna. com o  objetivo de facilitar a elaboração de estratégias mais eficientes, precisas e que dão uma base muito mais sólida, Porter cria uma ferramenta muito útil, que deve ser utilizada em sua plenitude.Não há espaços para deixar de lado nenhum dos fatores inseridos nas Cinco Forças de Porter, a estruturação de uma estratégia elaborada com este modelo tem como ponto principal não deixar detalhes fugirem da percepção.  
Segundo este modelo, a atratividade de um setor é medida pela:

·         ameaça de novos entrantes; 

·         pelo poder de barganha dos fornecedores; 

·         pela ameaça de produtos substituídos; 

·         pelo poder de barganha dos clientes, e; 

  •  pela rivalidade entre concorrentes..  


O objetivo estratégico de cada empresa será o de encontrar uma posição nessa indústria que permita defender-se das cinco forças referidas ou influenciá-las a seu favor.
Como todos os concorrentes conhecem, pelo menos superficialmente, a existência dessas forças, o importante, para a formulação da estratégia empresarial consiste numa análise profunda das raízes dessas forças.
É o conjunto destas forças que determina o potencial de lucro.

Ameaça de Novos Entrantes:
Quanto maior for a probabilidade de entrada de novas empresas num determinado setor, menor é a sua atratividade.
Essa probabilidade é tanto menor quanto maiores forem as barreiras à entrada e a expectativa de retaliação. Alguns exemplos de barreiras à entrada são:

·         as economias de escala; 

·         o grau de diferenciação do produto; 

·         a necessidade de capital inicial; 

·         os custos de mudança; 

·         o acesso a canais de distribuição; 

·         entre outras.  
  

Poder de Barganha dos Fornecedores:
Quanto maior o poder negocial (barganha) dos fornecedores, maior é a facilidade para estes imporem os preços de venda, condição de pagamento, prazos de entrega e qualidade dos produtos, afetando negativamente a rentabilidade, do sector.
O poder negocial (barganha) dos fornecedores tende a ser maior quando:

·         mais concentrada for a indústria fornecedora; 

·         menor for a importância da indústria cliente para os fornecedores; 

·         maior for o custo de mudança de fornecedor, pelo cliente; 

·         maior for a importância dos produtos fornecidos para os clientes; 

·         menor for a pressão de produtos substitutos para os fornecedores.  

Ameaça de Produtos Substitutos:
Quanto maior for a pressão dos produtos substitutos menor é a atratividade.
Essa pressão é maior quando:
 maior for o diferencial de preço/qualidade dos produtos do setor em relação aos produtos substitutos, ou; 
 quando as empresas que produzem esses produtos substitutos apresentam taxas de rentabilidade elevadas, o que se poderá traduzir, a prazo, numa redução dos preços sem afetar a qualidade.  

Poder de Barganha dos Clientes:
Tal como no caso dos fornecedores, quanto maior o poder negocial (barganha) dos clientes, menor será a atratividade do setor, pois estes têm a possibilidade de imporem preços de venda, condições de pagamento, prazos de entrega e qualidade dos produtos.
O poder negocial (barganha) dos clientes tende a ser maior quando:
 maior for a concentração de indústrias (concorrentes); 
 quanto maior for a importância do cliente para a indústria (setor); 
 quanto menor for a importância dos produtos fornecidos para os clientes. 

Rivalidade entre Concorrentes:
Quanto maior for a rivalidade no setor maior será a probabilidade de se verificarem guerras de preços, guerras publicitárias, alargamento de garantias, etc., com conseqüências negativas ao nível da atratividade de sector.
A rivalidade no setor tende a ser maior quando:

·         menor o crescimento do mercado; 

·         quanto maiores os custos fixos; 

·         quanto menor o grau de diferenciação dos produtos; 

·         quanto maiores as barreiras à saída, e ; 

·         quanto maiores os incrementos necessários à expansão da atividade. 


Referências bibliográficas:

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Marketing Esportivo

No mercado concorrido e crescente devido a globalização, as empresas buscam alternativas para melhor colocação em relação aos seus concorrentes diretos e indiretos. Somente a criatividade e o empreendedorismo nem sempre são suficientes para manter o negócio próspero. Diante deste desafio o marketing tem se mostrado como uma vantagem competitiva, e isto têm obrigado as empresas de diversos segmentos a estabelecerem novas ferramentas para atrair e chamar a atenção de seus consumidores.
O Marketing Esportivo destaca como uma oportunidade de conquistas e manutenção de clientes, objetivando o aumento das vendas e em muitos casos  tratado como “trade off”  entre as empresas patrocinadoras e as empresas patrocinadas.
De acordo com PITTS (2002) as empresas observam que o esporte proporciona grandes alegrias para a sociedade despertando grandes emoções e por isto elas apostam no esporte como um caminho para consolidar suas marcas.
Araújo (2002), afirma que o setor esportivo no país  sofre uma crescente participação na mídia, nos negócios, na economia e principalmente, no lazer das pessoas, transformando o Brasil no quinto maior mercado esportivo do mundo.
Este crescimento é notado principalmente com o futebol no aparecimento de clubes empresas, também, houve um crescimento quanto ao voleibol com equipes formadas por prefeituras e patrocinadas por empresas privadas.
Para Neto (2003), o esporte ao redor do mundo e em diferentes épocas já provou ser muito diferente de qualquer outra atividade de entretenimento.
Atualmente,  já é visto e principalmente utilizado como alternativa por diferentes empresas que desejam alcançar seu consumidor nos momentos que estes  praticam, vêem ou se informam sobre seu esporte favorito.
Cardia (2003), afirma que o surgimento de clubes, atletas e o crescimento de programas esportivos bem como as coberturas de eventos relacionadas ao esporte estão cada vez mais presentes na mídia. Tornou-se uma realidade para empresas, perceberam que seus clientes estão mais dispostos a consumir seus produtos ou simplesmente criar uma simpatia pela marca, quando  vêem ou praticam o esporte.
De acordo com Contursi (2000), todas as empresas que atualmente não desenvolvem estratégias de Marketing através do esporte, não o fazem por falta de conhecimento ou medo de atrelar sua marca a um clube mal administrado ou envolvido em polêmicas.
 Entretanto, o interesse dos consumidores pelo esporte faz com que este seja uma grande oportunidade para as empresas rejuvenescerem, reposicionarem suas marcas, comercializarem seus produtos e serviços e fidelizarem o consumidor.
Referências bibliográficas:
Araújo, A.G. -  Placar Favorável. Revista Marketing. Fev. 2002
Cardia, Wesley - Marketing Esportivo. Rio de Janeiro, Bookman, 2003
Contursi, Ernani B. - Marketing Esportivo. São Paulo, Sprint, 2000
Neto, Francisco de P. M. - Marketing de Patrocínio. Rio de Janeiro, Sprint, 2003
PITTS, Brenda - Fundamentos do Marketing Esportivo. São Paulo, Phorte Editora.,       2002 


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Escolas Administrativas - TCC Dental Protect

As escolas administrativas são demonstrações de teoria da administração, desde os primordios e abrangeu nada menos do que 14 páginas no Nosso TCC  Dental Protect.
A grande questão enfrentada pelo nosso grupo foi definir qual escola se enquadrava neste trabalho, claro que o objetivo da empresa como um todo deve demonstrar isso, porém a questão é tanto quanto burocrática, mesmo assim todas as escolas foram definidas e demonstradas, com tópicos de resumo individuais cada uma.
Seguem os tópicos das escolas administrativas:

Principais acontecimentos nos primórdios da civilização


Egípcio: princípios de administração nos projetos arquitetônicos e de engenharia e construção das pirâmides.

Babilônia: elaboração de código de Hamurábi.

Hebreus: publicação da obra Metafísica.

Aristóteles: publicação da obra Metafísica.

Roma: instituição do sistema semi-industrial de produção.l

China: publicação da constituição CHOW.

Igreja Católica Romana: princípio da hierarquia.

Grécia: vários estágios de evolução da administração industrial e organização do trabalho.

Revolução Industrial: surgimento das grandes escolas

ESCOLAS  CLÁSSICAS


Abordagem Werberiana    

Max Weber: 1864-1920

Abordagem Científica 

Frederick Winslow Taylor (1856-1915)

Abordagem da Organização Administrativa

 Henri Fayol (1841-1925)

ESCOLA NEOCLÁSSICA

Escola de Relações Humanas

Chester Barnard - 1938

Elton Mayo - (1880 - 1949)

Parker Follet - (1868-1933)

Kurt Lewin - (1890 - 1947)

Herbert Simon

Abordagem Comportamental

Herbert Simon

Abordagem Estruturalista

Amitai Etzioni

Peter Blau

Richard Scott

Philip Selznick

Victor C. Thompson

Talcott Parsons

ESCOLA MODERNA DE ADMINISTRAÇÃO

Abordagem Sistêmica

Ludwing Von Bertalanffy – 1951

Kenneth Bolulding – 1956.

Abordagem Contigencial

Bennis

Lawrence & Lorsch-diferentes

Woodward

Cris Argyris

Em resumo nosso trabalho foi focado na abordagem sistemica.