sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Forno de Microondas

O forno de microondas funciona transformando energia elétrica em energia térmica. Uma fonte elétrica emite ondas eletromagnéticas que aumentam a energia cinética das moléculas de água dos alimentos. Sabemos que a temperatura é um número que expressa o estado de agitação das partículas, logo, aumentando a vibração ( ou estado de agitação ) das moléculas, aumentamos a temperatura do corpo.

O Forno de microondas foi inventado pelo engenheiro Percy Lebaron Spencer e começou a ser utilizada em 1946.

O componente mais importando do forno de microondas é o magnetron, um equipamento que utiliza a vibração de elétrons para gerar um campo magnético.  Vimos este fenômeno no estudo do dínamo, campo elétrico variável produz um campo magnético variável inverso.

As ondas eletromagnéticas atravessam vidro, cerâmica plástico e outras estruturas.
Mas as moléculas de água absorvem a energia destas ondas na freqüência de 2450 MHZ, gerando uma vibração na mesma freqüência gerada pelo magnetron.
Estas ondas penetram até 5 cm na superfície dos alimentos, e o calor então é transmitido por condução.

O corpo humano é constituído em sua grande parte por água, então devemos lembrar alguns cuidados com o forno microondas. O mais importante é ter certeza que a radiação não está vazando, pois pode ser bem prejudicial.  Apesar do aparelho ser blindado, ou seja, ele é projetado para que as ondas não atravessem suas paredes, é importante fazer alguns testes quando se tem a dúvida.
Para isso coloque uma laranja na parte de cima do forno microondas quando for utilizá-lo, faça isso colocando a fruta próxima a porta também deixe-a por um tempo. Se a frtuta apresentar alterações (como por exemplo partes com aspecto queimado ou ferido) significa que seu forno de microondas está vazando.
Referencias : http://www.efeitojoule.com/2008/09/como-funciona-forno-microondas.html


O forno micro-ondas ou forno de micro-ondas é um aparelho muito conhecido por facilitar e agilizar o preparo de alimentos para o consumo humano ou dos animais. O aquecimento ocorre em razão de uma radiação eletromagnética de 2.450 MHz, radiação essa que aumenta a agitação das moléculas de água dos alimentos, aquecendo-os de forma quase uniforme e de fora para dentro, já que as ondas eletromagnéticas se localizam na parte externa dos alimentos. O forno de micro-ondas surgiu por um mero acaso. Por volta dos anos de 1946, nos Estados Unidos, o engenheiro eletrônico Percy Spencer teve a ideia de utilizar as micro-ondas na cozinha para facilitar no preparo dos alimentos. Spencer trabalhava em uma empresa fabricando magnetrons para aparelhos de radar. Certo dia ele colocou uma barra de chocolate no bolso da calça e foi trabalhar. Enquanto ele trabalhava num aparelho de radar ativo percebeu que a barra que estava no bolso da sua calça havia derretido. Spencer sabia que as micro-ondas geravam calor, assim supôs que essas ondas tinham escapado do tubo de magnetron e acabaram por atingir a barra de chocolate. Intrigado com o fato de o chocolate derreter com o calor gerado pelas ondas magnéticas e não sentir tal calor, ele resolveu fazer um experimento. Comprou milho de pipoca e colocou o pacote na frente do tubo de magnetron. Resultado: em poucos instantes as pipocas estavam estourando. Depois dessa experiência ele ainda resolveu fazer uma nova experimentação, colocou um ovo cru dentro de um pote com um buraco e deixou o mesmo voltado para o tubo de magnetron. O resultado foi a explosão do ovo. Percy Spencer concluiu que o ovo cozinhara de dentro para fora e estourara em razão da pressão.

O ovo cozinhou rapidamente e, mediante o acontecimento, o engenheiro eletrônico pensou que se esse
aquecimento
acontecia com o ovo poderia acontecer com os outros alimentos. Ao perceber que poderia fazer o mesmo com outros alimentos, tratou de fazer com que se pudesse obter o máximo de proveito das micro-ondas. Isso não foi difícil, pois naquela época o magnetron já estava muito desenvolvido. Assim, em 1952, surgiu o primeiro forno de micro-ondas.

O forno que Spencer inventou não funciona à base de radiação nuclear, pois as micro-ondas não são radioativas, tecnicamente são chamadas de radiação não ionizante. Elas pertencem ao mesmo grupo das ondas de rádio e da própria luz, no entanto, possuem um tamanho bem menor.

Funcionamento

O funcionamento do forno de micro-ondas ocorre da seguinte forma:
No interior do aparelho existe uma onda eletromagnética de frequência igual a 2.450 MHz que é gerada por um magnetron e irradiada por um ventilador de metal, que fica localizado na parte superior do aparelho, para o interior do mesmo. Através do processo de ressonância as moléculas de água existentes nos alimentos absorvem essas ondas, as quais fazem aumentar a agitação das mesmas, provocando assim o aquecimento dos alimentos de fora para dentro. 
O forno de micro-ondas não atua de forma uniforme sobre todo o alimento, sendo por esse motivo que em alguns casos aparecem pontos mais escuros no alimento que está sendo aquecido. O prato giratório que esses fornos possuem serve para garantir uma distribuição mais uniforme da radiação eletromagnética sobre todo alimento. As ondas eletromagnéticas possuem certa dificuldade para penetrar em meios materiais, por esse motivo ela aquece de fora para dentro, agitando as moléculas de água e de gordura das camadas mais externas com mais intensidade que as camadas mais internas do alimento.

O forno micro-ondas é como qualquer outro forno, a única diferença dele para os fornos convencionais é que ele aquece os alimentos através da propagação da radiação eletromagnética em seu interior.
Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil
Escola


Forno de Microondas
O primeiro período desta história começou com as descobertas das ondas de rádio por HERTZ. Na época, ele pesquisava centelhas elétricas. Sua atenção foi desviada por faíscas que apareciam entre massas metálicas. A partir daí, atribuiu os resultados obtidos a ondas elétricas que ele próprio colocou em evidência através de suas experiências em 1888.
Faltava apenas um gerador mais potente, pois o magnétron só veio a ser desenvolvido em 1918. A Raytheon, que dispunha de um enorme magnétron para radares, foi a primeira a fabricar fornos para cozer alimentos. O primeiro forno de microondas instalado a bordo de um avião foi utilizado para aquecer pratos congelados a uma temperatura de 79C.
A idéia de usar microondas para uso doméstico somente apareceu em 1946 nos EUA. com o Eng. Eletrônico Percy Lewbaron Spencer. Certo dia, Spencer saiu de casa colocando no bolso da calça uma barra de chocolate. Horas depois, já em seu laboratório, estava ele testando o magnétron utilizado em radares de avião. Em dado momento, resolveu comer o chocolate. Percebeu então que havia derretido, ciente de que as microondas geravam calor, supôs que o chocolate teria ficado muito próximo das ondas que escapavam do tubo do magnétron. Intrigado, pois não sentira calor algum, resolveu fazer a segunda experiência: comprou milho e colocou em um recipiente de vidro na frente do tubo do magnétron. Resultado, em poucos minutos o milho estava estourando para todos os lados. Spencer foi mais além: colocou um ovo dentro de um pote com um pequeno buraco na lateral voltado para o magnétron. Minutos depois, resolveu olhar o que havia dentro do pote e foi surpreendido com uma explosão em pleno rosto. Spencer não tardou a entender o que aconteceu, ou seja, o ovo tinha cozinhado de dentro para fora e a casca totalmente fechada ao romper explodiu em seu rosto devido à pressão. Perguntou a si mesmo "se um ovo pode ser cozido tão rapidamente, porque não com outros alimentos. Certo que sim, ele então tratou de desenvolver um forno que tirasse um máximo proveito das microondas. Não foi uma tarefa difícil, já que o principal componente, "o magnétron", estava bastante aperfeiçoado.
Assim em 1952, surgiu o 1o. forno de microondas que, por seu tamanho, parecia mais um refrigerador pois a quantidade de fios e válvulas deixava apenas um pequeno espaço para o forno propriamente dito. Inicialmente as vendas ficaram restritas a alguns restaurantes e empresas fornecedoras de alimentos que acreditavam no ''radar range" nome com o qual Spencer patenteou o invento.
O forno não teve muita aceitação comercial devido ao seu aspecto de artefato bélicos, talvez porque a Raytheon, a empresa de Spencer tenha sido fornecedora do exército americano no setor de defesa anti-aérea. Por isso as primeiras remessas encalharam nas lojas. Somente em 1953 o forno começou a fazer sucesso, já então fabricado por outras empresas com designer de um verdadeiro eletrodoméstico com proporções compatíveis e espaço disponível numa cozinha normal.
Num forno de um fogão normal, os alimentos são aquecidos por etapas, a chama aquece as paredes e as grades do forno, que por sua vez transmitem calor à assadeira. Esta então aquece os alimentos, o ar quante ajuda a dar o dourado característico dos assados. No forno de microondas, o aquecimento é direto. O principal alvo é a água dos alimentos. As microondas atravessam os vidros, cerâmica, porcelana, plástico, papel, madeira etc., como se fossem transparentes. O mesmo acontece com o ar no interior do forno, que não se aquece.
As moléculas de água absorvem as microondas iniciando um movimento vibratório na masma freqüência gerada pelo magnétron cerca de 2,45 milhões de ciclos por segundo (2.450MHz). Essa vibração gera calor sucessivamente, fazendo com que as microondas penetrem no alimento de 2,5 a 5 cm de profundidade. O aquecimento é uniforme e permite diminuir sensivelmente o tempo de cozimento do alimento. No forno, as paredes metálicas não são aquecidas porque refletem as microondas como espelho, por essa razão não se deve usar recipiente de metal. Por último, um prato giratório faz com que o alimento seja atingido uniformemente. Devido ao rápido cozimento, a parte externa de um rosbife, por exemplo, assará depressa enquanto o seu interior permanecerá cru.
Por isso, para que a cane não fique crua, é necessário kimitar o funcionamento do magnetrom, ligando e deligando durante um certo intervalo de tempo para que o calor se distribua por igual. Esse liga e desliga é realizado automaticamente pelo forno, que dipõe de uma programação para cada tipo de alimentos.
Os primeiros fornos comerciais utilizados em hitéis e retaurantes tinham potência que variava entre 1 a 3 kW. A partir de 1966 surgiram os primeiros aparelhos com potência entre 600 e 900 Watts, de uso doméstico, com sensores de temperatura, douradores e funções automáticas, continuando a evolução até os dias atuais.






Radiação dos fornos de microondas: perigos para a saúde
Extracted from NEXUS Magazine, Volume 2, #25 (April-May '95).PO Box 30, Mapleton Qld 4560 Australia. editor@nexusmagazine.com
Telephone: +61 (0)7 5442 9280; Fax: +61 (0)7 5442 9381
From our web page at: www.nexusmagazine.com

Originally printed from the April 1994 edition of Acres,
USA.PO Box 8800, Metairie, Louisiana, 70011 USA

Telephone: (504) 889 2100; Fax: (504) 889 2777



São Paulo, ano de 2.003 - É possível que milhões de pessoas sejam ignorantes, sacrificando sua saúde em troca da conveniência dos fornos a microondas? Porque a União Soviética proibiu o uso dos fornos a microondas em 1976? Quem inventou os fornos a microondas e por que? As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu forno a microondas.
Em mais de 90% dos lares americanos tem fornos a microondas usados para preparar refeições, porque os fornos a microondas são muito convenientes e eficazes para economizar energia, se comparado aos fornos convencionais, e em muito poucas casas ou restaurantes eles não são presentes. Em geral, as pessoas acreditam que o que o forno a microondas fez nos alimentos nele cozidos não tem algum efeito negativo nem nos alimentos nem nas pessoas.

Naturalmente, se os fornos a microondas fossem realmente nocivos, nossos governantes não permitiriam que fossem vendidos nos supermercados, ou ao invés sim? Apesar do que foi “oficialmente“ feito referente aos fornos a microondas nós deixamos de usar os nossos baseados nos fatos pesquisados e evidenciados neste artigo.
A finalidade deste relatório é mostrar provas, evidências - que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano de quanto se possa imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos a microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana está suprimindo os fatos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos - em total ignorância - sem conhecer os efeitos e o perigo desta pratica.Como funcionam os fornos a microondas?
As microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força eletromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia eletromagnética que viaja a velocidade da luz (186,282 milhas/seg). Na nossa atual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distancias como sinais telefônicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas as microondas mais familiares para nós é a fonte de energia para cozinhar alimentos.
Cada forno a microondas possui um magnetron, um tubo em que os elétrons são afetados pelo campo elétrico magnético em tal maneira para produzir uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz). Esta radiação a microondas interage com as moléculas dos alimentos. cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva a negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas do alimento - especialmente as moléculas da água - possuem extremidade positiva e negativa como um ímã que possui os pólos Norte e Sul.
Em modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 1000 watts de corrente alternada. Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem rotar as moléculas do alimento na mesma freqüência milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos. A fricção também causa um elevado dano nas moléculas vizinhas, freqüentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural“.
Pela comparação, as microondas do sol são baseadas nos princípios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potencia que entra em somente uma estreita freqüência do espectro de energia.
Muitos termos são usados para descrever ondas eletromagnéticas, tais como: comprimento de onda, amplitude, ciclo e freqüência.
O comprimento de onda determina o tipo de radiação, isto é, radio, raios X, ultravioleta, visíveis, infravermelho, etc.
A amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de inicio.
O ciclo determina a unidade de freqüência, tais como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/seg.
A freqüência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (usualmente 1 segundo). O número de ocorrências de um processo decorrente por unidade de tempo, isto é, o número de repetições dos ciclos por segundo.
Radiação: propagação de energia com ondas eletromagnéticas
A radiação, como definida pelas terminologias da física, são “as ondas eletromagnéticas emitidas pelos átomos e moléculas de uma substância radioativa como conseqüência da deterioração nuclear. “ a radiação provoca a ionização, o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde elétrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação. Se os fabricantes tivessem chamado estes fornos de “fornos de radiação“, é duvidoso se eles teriam vendido pelo menos um. Mas aquilo é exatamente o que um forno a microondas é.
Nos disseram que alimentos cozidos em fornos de microondas não é o mesmo que irradiados (tratados com radiação). Os dois processos são pensados para usar ondas de energia totalmente diferentes em diferentes intensidades. Nem o FDA ou estudos oficiais realizados pelos órgãos governativos provaram que o uso freqüente dos fornos a microondas é nocivo, mas todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são às vezes propositalmente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados incorretos. Como consumidores, nós somos pressupostos de haver bom senso para usar e julgar.
Tomando como exemplo os ovos e como eles eram “provadamente“ considerados nocivos para à nossa saúde nos distantes anos '60. Isto provocou a fabricação de produtos para substituir os ovos, e deu grandes lucros aos seus fabricantes, enquanto os produtores de ovos foram à falência. Agora, e depois de tudo, recentes estudos patrocinados pelos órgãos governativos estão afirmando que os ovos não são nocivos para a nossa saúde. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde? Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor a respeito de escolher ou não de comer alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo de comprá-lo na primeira loja que o encontre.
Os instintos maternos são corretos
Num lado mais humorístico, com o “sexto sentido“ de cada mãe é impossível argumentar. Você nunca tentou? As crianças jamais vencerão contra a intuição materna. É como tentar argumentar com o braço - que aparece do nada - e que te empurra para trás do assento quando sua mãe pisa nos freios.
Muitos de nós viemos de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de cozimento “às avessas“, isso é de dentro para fora, que elas afirmam que “não era apropriado“ para os alimentos. Minha mãe se recusou a assar coisas num microondas. Ela também não apreciou o gosto do café feito num forno a microondas. Eu tenho que concordar plenamente e não posso argumentar nenhum dos fatos. Seu bom senso e seus instintos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderia ser natural e não poderia ter o gosto de alimentos, desta forma como eram feitos. Relutantemente, minha mãe ainda colocava para reesquentar as sobras de comida num forno a microondas devido a programação do seu trabalho, antes de se aposentar.
Muitos outros se sentem da mesma forma, mas são considerados como “velhos fascinados“ uma ignorância datada antes da década de 70 quando os aparelhos de microondas dominaram o mercado. Como a maioria dos adultos naquele tempo, os fornos a microondas tornaram-se banais, eu preferi ignorar a sabedoria intuitiva de minha mãe e me associei com a maioria que acreditava que cozinhar em fornos a microondas era muito conveniente para crer que alguma coisa poderia ser errado com ele. Um ponto a mais para a percepção materna, porque mesmo que ela não sabe as razões tecnico-científicas, ou as razões para a saúde, ela sabia que não era bom cozinhar alimentos neles. Ela não gostou do modo como as microondas mudavam suas texturas.
As microondas são perigosas para o leite dos bebês
Um número de advertências foram feitas publicas, mas mal divulgadas. Por exemplo, as famílias jovens, o serviço de extensão da Universidade do Minesota, publicou o seguinte em 1989:
“embora as microondas esquenta rapidamente os alimentos, elas não são recomendadas para esquentar o leite servido nas mamadeiras dos bebês. A mamadeira pode parecer fria ao toque da mão, mas o liquido em seu interno pode ser extremamente quente e pode queimar a boca e também a garganta do bebê. Além disso, o acúmulo de vapor num recipiente fechado, como a mamadeira do bebê, poderia causar sua explosão. Aquecendo a mamadeira num microondas poderia provocar leves mudanças no leite. Nas fórmulas infantis, pode haver uma perda de algumas vitaminas. No leite materno, quando este é recolhido e armazenado para ser usado posteriormente, algumas propriedades protetivas podem ser destruídas. Aquecendo um frasco prendendo-o sob a água da torneira, ou colocando dentro a uma tigela com água morna, e depois testando-o no próprio pulso antes de alimentar o bebê pode tomar alguns minutos mas é muito mais seguro.
O Dr. Lita Lee do Hawai relatou em 9 de dezembro de1989 na revista Lancet:
“As fórmulas para bebês, aquecidas em fornos a microondas, converteram alguns transaminoácido em seus cisisomeros sintéticos. Isomeros sintéticos, se, cisaminoácidos ou transácidos graxos, não são biologicamente activos. Ainda, um dos aminoacidos, a lprolina, foi convertida em disomero, que sabemos que é neurotóxica (veneno para o sistema nervoso) e nefrotóxico (veneno para os rins). É suficiente ruim que muitos bebês não são aleitados, mas agora estão dando a eles um falso leite (formula para bebês) que se faz ainda muito mais tóxico quando usamos as microondas“.
O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente
Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno a microondas. Esta tragédia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento“ com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno a microondas alterou o sangue e este matou-a.
É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico faz alguma coisa nas substancias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “coisas desconhecidas“. Por que o nosso corpo é electro-quimico de natureza, qualquer força que quebra ou muda o equilibrio electroquimico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade em torno a voce pode ser perigosa para a sua saúde“.
Fatos e evidencias científicas
Num estudo comparativo entre alimentos preparados convencionalmente com aquele preparado em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeit em 1992, em 3(2) : 43, declara:
“uma básica hipótese da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não é acostumado, é muito mais provável que cause o mal que o bem. Alimentos expostos à radiação microondica contém tanto moléculas que energias não presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais como sempre foi feito desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros é baseada na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moléculas dos alimentos que eles batem. A produção de moléculas anormais é inevitável. Naturalmente podemos observar os aminoácidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos.
Um estudo de curta duração encontrou significantes mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas.oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos porém cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nível de linfócitos também diminuiu.
Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescencia desta bactéria quando foi exposta ao soro sangüíneo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos a microondas“.
Os estudos clínicos suiços
O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suíças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.
Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suíça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos a microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno a microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).
O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clinico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu estudo, pequeno mas muito bem controlado, mostrou as forças degeneratívas produzidas em fornos a microondas e nos alimentos neles preparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suíço e o Instituto Universitário para a Bioquímica.
Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estomago vazio:
1) leite cru;
2) o mesmo leite, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o leite cru fervido num forno a microondas;
5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidos com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno a microondas e,
8) as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.
Uma vez os voluntários foram isolados, foram presas amostras do sangue de cada voluntário imediatamente antes que comessem os alimentos. Depois foram presas amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.
Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue presas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição a curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas que após a ingestão de todas as outras variedades. Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue de pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão que tal técnica de energias derivadas pode, de facto, passar para o homem por indução através da ingestão de alimentos feitos com microondas.

Segundo o que diz o Dr. Hertel,
“A leucocitose, a qual não pode ser considerada como normais alterações diárias e levada muito seriamente pelos hematologistas. Os leucócitos são freqüentemente sinais de efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais pronunciados que com todas as outras variedades alimentares. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias tratadas com microondas.
Este processo é baseado em princípios físicos e ja foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe a literatura científica extensiva concernente aos perigosos efeitos da direta radiação microondica nos organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no principio da corrente alternada. Átomos, moléculas, e células golpeados por esta dura radiação electromagnética são forçados a reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe átomos, moléculas ou células de qualquer sistema orgânico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.
De todas as substancias naturais - que são polares - o oxigênio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado - a violência desta fricção nas moléculas da água. A estrutura das moléculas são divididas, as moléculas são deformadas pelo uso da força, chamada isomerismo estrutural, e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos onde o calor é transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.
Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamado efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são atualmente mensuráveis, mas eles podem também deformar a estrutura das moléculas e haver qualitativas conseqüências. Por exemplo o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas e usado no campo da tecnologia de alteração dos gens. Por causa da força envolvida, as células são realmente quebradas, por meio da neutralização do potencial elétrico, verdadeira vida das células, entre os lados interno e externo das membranas celulares. As células enfraquecidas se transformam em presas fáceis para os vírus, fungos e tantos outros microorganismos. Os naturais mecanismos de reparo são suprimidos e as células são forçadas a adaptar a um estado de emergência de energia - elas trocam de aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono“
As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando somos expostos diretamente aos radares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se criam novos compostos chamados “compostos radiolíticos“, os quais são desconhecidas fusões não encontradas na natureza. Compostos radioliticos são criados pela decomposição molecular - decadência - como um resultado direto da radiação.
Os fabricantes de fornos microondas insistem que nos alimentos expostos às microondas e irradiados não tem nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos de que nos grelhados, assados ou noutros alimentos cozidos com as formas convencionais. A evidência clinico cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso das microondas. Não é um “bocado estranho“? Eles estão mais empenhados em estudar o que acontece se a porta num forno a microondas não fecha perfeitamente. Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas. Desde que as pessoas ingerem este alimento alterado, eles não deveriam ser interessados em como estas moléculas decadentes podem afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana?
A ação das indústrias
Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suiça dos Distribuidores de Electrodomésticos para Residências e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram rapidamente em 1992. Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar“, contra os Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferir com o comércio“ e proibido de publicar suas pesquisas. Entretanto o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por muitos anos.
Não há muito tempo, esta decisão foi invertida num julgamento entregue em Strasburgo, em 25/08/1998. A corte Européia dos Direitos Humanos considerou que havia uma violação dos direitos de Hertel, na decisão de 1993. A corte Européia dos Direitos Humanos também determinou que a “ordem de amordaçar“ emitida pela Corte Suiça em 1992 contra o Dr. Hertel, proibindo-o de declarar que os fornos a microondas são perigosos para a saúde humana, era contrária aos direitos de liberdade de expressão. Além disso, a Suiça foi obrigada a pagar uma indenização ao Dr. Hertel.Quem inventou os fornos a microondas?
Os nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores“ para cozimento a microondas, usados para a invasão da Rússia. Por ser capaz de utilizar um equipamento eletrônico para a preparação de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em pouquíssimo tempo.
Após a guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos alemães sobre os fornos a microondas. Estes documentos, juntos com alguns trabalhos em fornos a microondas, foram transferidos ao Departamento de Guerra Americano e classificados para referência e “suplementar investigação científica“. Os russos também tinham recuperado alguns fornos a microondas e então haviam uma pesquisa completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental, dos fornos a microondas e similares freqüências de outros engenhos eletrônicos.
Outros cientistas da Europa Oriental também relataram os perigosos efeitos da radiação microondica e fixaram um preciso limite ambiental para seu uso. Os E.U.A. não aceitaram o relatório europeu sobre os efeitos perigosos, apesar disso o EPA estima que as freqüências de radio e as fontes de radiação microondica nos E.U.A. aumentaram de 15% ao ano.
Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas
No livro do Dr. Lita Lee, Efeitos na Saúde das Radiações de Microondas - Os Fornos a Microondas, e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno a microondas perde radiação electromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos a microondas são muito mais perigosos de quanto era previamente imaginado.
A seguir temos um sumário das investigações Russas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o propósito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:

O tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno (Cancerógeno).

O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.

Descongelando frutas congeladas estas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.

Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.
Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raizes vegetais.
Diminuição do valor nutricional
Pesquisadores Russos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:
Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores liotrópicos em todos os alimentos testados.
Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcalóides, glucoses, galactoses e nitrilosides.
A degradação das nucleo-proteínas nas carnes. A descoberta da doença das microondas

Os russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.
No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas“. Na pagina 314, Becker declara:
“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (síndrome de stress) e alta pressão sanguínea. Nesta fase também se incluem freqüentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insônia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidência de apendicites, catarata, problemas nos órgãos reprodutivos e câncer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glândulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)“.
Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes químicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:

Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de câncer.

Aumento do índice de formação de células cancerógenas foi observado no sangue.

Aumento do índice de câncer no estomago e intestinos foi observado
Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.
Conclusões sobre a pesquisa das microondas
A seguir estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de acção referente aos efeitos biológicos das microondas:
A pesquisa inicial conduzida pelos alemães durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e
De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:
Instituto de rádio tecnologia em Kinsk, região autônoma da Bielorussia; e no Instituto de rádio tecnologia em Rajasthan na região autônoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Em muitos casos, os alimentos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemães são apresentados em três categorias:
Categoria I - Efeitos que causam o Câncer
Categoria II - Destruição Nutritiva dos Alimentos
Categoria III- Efeitos Biológicos da Exposição

Categoria I
Efeitos que causam o câncer

(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)
3 - Criação de um efeito ligado com a radioatividade na atmosfera, assim da causar um significante aumento no total de saturação das partículas Alfa e Beta dos alimentos.
4 -Criação de agentes causadores do câncer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);
5 - Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);
6 - Devido as alterações químicas dentro das substancias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);
7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de células cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);
8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colapso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (álcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.
9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcalóides das plantas (elementos base do nitrogênio orgânico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.
10 - Radicais livres causadores do câncer (moléculas incompletas altamente reativas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raízes vegetais cruas; e,
11 - Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de câncer no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.
Categoria II
Diminuição do valor nutritivo dos alimentos
A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:
1 - Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e liotrópicos em todos os alimentos;
2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;
3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcalóides (elementos básicos do nitrogênio organico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;
4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;
5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.
Categoria III
Efeitos biológicos da exposição
A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substancias preparadas com microondas: aquela regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.
Os seguintes efeitos são enumerados:
1 - Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.
2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;
3 - Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia ativada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;
4 - Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferimento catabólico (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.
5 - Degeneração e colapso dos impulsos elétricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);
6 - Degeneração e colapso do circuito elétrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;
7 - Perda de equilíbrio e rotação da força bioelétrica dentro do sistema ativado de ascendência reticular. (o sistema que controla a função da consciência);
8 - uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;
9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.
10 - Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormônios e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;
11- Níveis notavelmente altos de distúrbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;
12 - Por causa destes distúrbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negatívos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e abaixamento do limiar emocional, desaceleração do processo intelectivo, e episódios de interrupção do sono num percentual estatisticamente elevado em indivíduos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar que em estações de transmissões.Conclusões das pesquisas legais
Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos é claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroelétricos.
Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroelétrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas freqüências de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão.
A teórica possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e freqüências controladas) foi sugerido pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminal de acordo com o aparelho operativo de microondas.
Das conclusões dos estudos clínicos científicos dos Suíços, Russos e Alemães, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir este artigo com o seguinte:
1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos elétricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).
2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.
3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.
4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.
5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.
6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.
7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de câncer do colón, nos E.U.A.
8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.
9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glândulas linfáticas e alterações do soro sangüíneo.
10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.O uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico subliminal. Também conhecido como “lavagem cerebral“, foi também provado. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clínicos nesta área.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso



A contribuição das contagens cíclicas para a
acurácia em uma empresa do ramo gráfico:
um estudo de caso



Resumo
A necessidade de se manter estoques é estratégica para as empresas, no mercado competitivo, operar com baixo custo é uma questão de sobrevivência, e estoques excessivos geralmente são acompanhados por falta de liquidez. O processo de armazenagem de materiais não agrega valor algum ao material em si, apenas custos. A pesquisa discorrerá sobre as operações de empresa da área gráfica, que possui receitas concentradas em poucos clientes. A situação é problemática quando o cliente mais importante da empresa realiza um pedido, a equipe de vendas confirma no sistema a disponibilidade de entrega e no momento da separação, o depósito retorna com a afirmação que o material não existe fisicamente. Em maior ou menor grau, empresas do mundo inteiro
se deparam com questões semelhantes.

Palavras Chave:
Acurácia, Níveis de Serviço, Contagens Cíclicas e Logística.

Introdução
A necessidade de se manter estoques é estratégica para as empresas, no mercado competitivo, operar com baixo custo é uma questão de sobrevivência, e estoques excessivos geralmente são acompanhados por falta de liquidez. Martins 2006, relata que o processo de armazenagem de materiais não agrega valor algum ao material em si, apenas custos como: custo de avarias na movimentação, custo de obsolescência, custo na manutenção de instalações e equipamentos, custo do pessoal operacional, etc. Sendo assim todas as movimentações feitas no estoque tem que agregar valor nos serviços, ou seja, mais velocidade, flexibilidade e menor tempo para a disponibilidade do material.
Diante disto existe a importância de manter a acurácia em níveis elevados, caso contrário é quase impossível garantir um alto nível de serviço e consequentemente gerar ganhos no processo de distribuição.
Vamos discorrer sobre uma empresa da área gráfica, que possui receitas concentradas em poucos clientes. A situação problemática quando é perto do final do expediente o cliente mais importante da empresa realiza um pedido, a equipe de vendas confirma no sistema a disponibilidade de entrega e quando da separação, o almoxarifado retorna com a afirmação
que não há o material disponível em sistema. Em maior ou menor grau, empresas do mundo inteiro se deparam com questões semelhantes.
A pesquisa desenvolvida utilizará de um estudo e caso.  A Empresa analisada foi fundada há mais de 100 anos, no Brasil opera desde 1996, quando adquiriu uma divisão de produção de materiais gráficos em especial chapas de alumínio para impressão gráfica.

Desenvolvimento
A Logística tem como missão colocar o produto certo, na hora certa, na quantidade certa, no local certo, na quantidade certa e principalmente com custos aceitáveis. Com essa visão a boa gestão de estoques, evitando ou minimizando erros é crucial para essa missão seja atingida. Uso de tecnologias alinhadas a processos operacionais são os caminhos utilizados
para melhorar a gestão de estoques.
O setor de logística da operação brasileira da companhia em questão não dispõe de tecnologia Radio-Frequency IDentification (RFID), ou, como conhecemos: identificação por rádio frequência, essa ferramenta  possibilita troca de informação na movimentação de material, é possível coletar dados a distância, situação em que minimiza os erros de conferência, de registros etc.
 A empresa também não dispõem de coletores de dados com leitores de código de barras, sendo todo o processo de recebimento, movimentação, armazenagem e expedição de materiais baseado em papel.
Como a empresa não dispõem de tecnologias de movimentação de materiais as operações de recebimento e conferências são feitas através de processo manual com excesso de controles em papel. Então se indaga como aumentar e manter a acuracidade em níveis aceitáveis?
Para Bowersox, et al. (2006), o nível de serviço entregue ao cliente é reflexo da avaliação da qualidade logística da empresa. Eles afirmam que o desempenho operacional está ligado diretamente com o tempo de operação ou atendimento ao cliente. Ballou (1993) afirma que o nível de serviço é a qualidade no gerenciamento do fluxo operacional de bens e serviços e complementa que o nível de serviço é fundamental para assegurar a fidelidade do cliente e está diretamente ligado aos custos deste serviço.
Neste sentido Bertaglia (2009) associa a acurácia do estoque ao nível de serviço adequado ao cliente, uma vez que o conteúdo teórico condiz ao físico dentro do armazém.
veis aceitáveis?
"Prestar um serviço logístico de excelência 
tem sido o objetivo de inúmeras empresas 
que perceberam no atendimento, e até mesmo 
na superação das expectativas de seus 
clientes, uma forma de garantir sua lealdade 
e conquistar novas contas. É através do 
serviço logístico que as empresas procuram 
diferenciar seus produtos, fazendo com que 
os clientes percebam mais valor naquilo que
estão comprando."  (FIGUEIREDO, FLEURY E 
WANKE, 2009, p.143)


Ballou (1993), já afirmara que o estoque é o centro da cadeia de suprimentos, servindo como buffer (amortecedor) de forma estratégica, seja para compra de insumos ou matérias-primas, como para vendas (materiais ou produtos acabados). Neste sentido:
" A formação do estoque está relacionada ao 
desequilíbrio existente entre a demanda e 
o fornecimento. Quando o ritmo de fornecimento 
é maior que a demanda, o estoque 
aumenta, quando o ritmo da demanda supera 
o fornecimento, o estoque diminui, podendo 
faltar material ou produto. Se a taxa 
de fornecimento fosse igual à de demanda, 
não haveria necessidade da formação dos estoques. 
Só isso já confirma a obrigatoriedade 
da existência de estoque para alguns seguimentos
de mercado e categorias de produtos."  
(BERTAGLIA, 2009, p.180)


Fleury et al. (2008), destacaram uma das principais características da logística moderna que é sua crescente complexidade operacional, pois há um considerável aumento do stock keeping unit (sku), ou seja, nas unidade mantidas em estoque, maiores frequências de entregas, menor tempo do lead time de entrega dos produtos, diminuição de tolerância a erros operacionais.
Diante de toda essa complexidade a armazenagem de materiais passa a ter uma participação muito importante em toda a cadeia de suprimentos.
Segundo Bowersox, et al. (2006), a formação do estoque deve ser baseada nos custos e serviços, ou seja, nenhuma atividade de armazenamento deve ser inclusa em um processo logístico, sem que seja justificada por alguma relação de custos e serviços. Ainda afirmam que os estoques são concebidos dentro de um sistema lógico para baixar o custo total ou aumentar o nível de serviço ao cliente e que o uso dos armazéns pode ser uma peça vital na estratégia logística de uma
empresa que visa distribuição nacional.
O conceito e importância da acurácia nos estoques parte do princípio de que as empresas buscam a redução dos custos operacionais e com isso os estoques têm sido administrados para ficarem cada vez mais enxutos, isto é, para uma mesma previsão de vendas há menos quantidades armazenadas. A questão é encontrar um meio de atender a demanda prevista com o menor custo possível.
A redução do estoque é um diferencial competitivo, porém a falta de qualidade nas informações do saldo do estoque entre o que há fisicamente e o que foi cadastrado no sistema provocam o aumento dos custos relacionados às operações logísticas.
Acurácia pode ser definida como o grau de exatidão das informações de estoque, para Martins 2006, leva-se em consideração para encontrar a acurácia as informações registradas no sistema de gestão de estoques e a conferência física dos itens.

Estudo de Caso
A empresa estudada tem aproximadamente 2500 tipos diferentes de sku - e o recebimento de material acabado da produção acontece diariamente, como o setup da produção é lento, o fornecimento diário se reduz a poucos itens, porém em grandes quantidades, o volume pode chegar a 80 paletes diários, aproximadamente duas carretas. Também são recebidos materiais
importados, mas em quantidades reduzidas e suprem alguma demanda não fabricada na planta.
O processo de entrada é feito por um conferente manualmente, sem recontagem e sem contagem cega, assim o processo se torna mais rápido. Os itens são estocados e endereçados em locais específicos por tipo de sku para melhorar a operacionalidade das atividades e acelerar o processo de separação. O estoque é formado por dois depósitos interligados, sendo denominados de depósito A e depósito B. Os itens produzidos são armazenados no depósito A e os importados são armazenados no depósito B. O endereçamento e alocação dos itens são feitos em porta-paletes com  quatro níveis chegando a quatro metros de altura. A necessidade de verticalização .
Todo o processo de entrada, separação e carregamento dos itens é feito de forma manual, ou seja, os inputs (entrada de dados no sistema de estoque) são digitados manualmente, bem como todo o fluxo de movimentação de materiais.
Dentro deste contexto entendemos que as atividades são realizadas mediante as informações baseadas em papel que por sua vez depende de intervenção humana e com o passar do tempo devido ao cansaço e fadiga a conferência fica prejudicada ocasionando erros dentro do depósito e, por conseguinte até ao cliente.
Em 2008 a acuracidade do depósito girava em torno de 90 %, a média de erros operacionais/ano era de 19 erros impactando diretamente aos clientes finais.
Porém há erros internos que são corrigidos antes que cheguem aos clientes, estes erros são de itens fora de posição, lotes de produção e até itens em locais errados e na quantidade errada.
Muito tempo é gasto na procura de materiais “perdidos” no depósito. Essa informação ressalta a necessidade de manter a acurácia próxima a 100%. Segundo Bertaglia (2009), a acurácia pode ser definida pela relação entre a quantidade física e a quantidade contábil ou nos registros de controle.
é necessária, pois os espaços físicos dos depósitos são limitados. Os níveis são denominados de A, B, C e D.
É importante esclarecer que a medição da acuracidade que interessa ao processo de planejamento de estoques e atendimento aos clientes internos e externos é a comparação entre as quantidades físicas dos materiais existentes nos depósitos e as registradas nos sistemas computadorizados. (Sucupira,
2009).
Para Semaica (2010) a acurácia é um dos principais índices de monitoramento relacionado ao nível de serviço ou valor estratégico, podendo ser mensurado periodicamente  nos inventários rotativos ou contagens cíclicas. Ainda afirma que o indicador de acuracidade no estoque atinge em média, no Brasil 95%, sendo que as melhores práticas de mercado têm índice de 99,5% em países como Japão e Estados Unidos da América.
A ausência de um sistema de Warehouse Management System (WMS) – sistema de gerenciamento de depósitos integrado com tecnologia por rádio frequência - proporciona uma vulnerabilidade nas operações.
Em um depósito em que a variedade de itens estocados é grande, as chances de fracasso não são pequenas.
Segundo Banzato (2010) o WMS é um software desenvolvido para gerenciar todas as atividades operacionais em um armazém e qualquer empresa pode implantar este software independente de ter ou não um Enterprise Resource Planning (ERP) – sistema integrado de gestão.
Geralmente, quando as empresas adquirem um sistema ERP, imaginam um pacote completo de soluções das mais variadas, porém o que se recebe é um aglomerado de módulos e sistemas, dentre estes um sistema de Warehouse Management (VM) que só controla entradas e saídas de materiais, com isso de imediato não seria necessário a aquisição de um WMS avulso, porém por se tratar de um sistema genérico, ou seja, adequado basicamente a todas as empresas, seu módulo de WM em muitos casos demanda parametrizações e parte das empresas acabam adotando o WMS como uma solução corporativa, pois um WMS é muito mais que controle de entradas e saídas. Além de controlar as informações de entradas e saídas, este sistema pode gerenciar informações desde a portaria de recebimento de veículos, identificar a entrada no estoque, controlar um mesmo item em mais de um local no mesmo estoque, ou em diferentes, apoiar o processo de inventário geral e rotativo, monitorar os recursos operacionais como empilhadeiras e pessoas, apontar a produtividade operacional (nível de serviço), possibilitar uma roteirização de separação inteligente, entre inúmeras outras funcionalidades. Um sistema WMS por rádio frequência é um sistema de comunicação sem fio que dá melhor mobilidade ao usuário e troca de informações em tempo real, sem intermediários, com isso as informações são mais acuradas.

Implantação
No caso da empresa estudada, o ERP foi o SAP e existe uma série de entraves que devem ser resolvidos para a implantação deste sistema, pois na aquisição deste o módulo WM não veio parametrizado para as necessidades do armazém, com isso é necessário arcar com gastos de parametrização que podem chegar à R$ 450.000,00. Diante deste cenário a proposta inicial foi a criação de procedimentos para a realização de contagens cíclicas no depósito de forma planejada. Este procedimento atua em quatro (quatro) pilares: Pessoas, Processos, Infraestrutura e Tecnologia.
O processo de contagem cíclica é simples, porém requer cuidados no apontamento das diferenças, pois todo ele é baseado em papel. Hoje contamos com 2.600 posições paletes com vários itens e a distribuição das contagens compreende-se basicamente em três conferentes, sendo um conferente por turno de trabalho. Estes conferentes trabalham em três turnos sendo cada turno de 8 horas, porém a atividade de contagem cíclica é apenas uma das várias atividades que estes conferentes têm em seu dia-a-dia, pois existem outras atividades que são tão importantes quanto
a contagem cíclica. Tomando a base de 2.600 posições a serem contadas mensalmente e considerando 22 dias úteis no mês, temos uma média de 118,18 posições a serem contadas diariamente, isto dividido em três conferentes e calculando a média para cada um nos dá 39,39 posições homem/dia. O tempo para a contagem de um palete é de aproximadamente 5 minutos, porque em média depende do número de itens no mesmo palete e da posição que este se encontra na estante porta-palete, com isso necessitamos de 196,96 minutos ou 3,28 horas dedicadas às contagens cíclicas. Na medida do possível podemos colocar mais pessoas para as contagens diminuindo este tempo. Estas contagens são feitas mediante uma listagem que representa a movimentação atualizada, com isso cada conferente ao detectar alguma falha repassa a listagem ao conferente líder que faz a correção no sistema se necessário.


Resultados
A implantação das contagens cíclicas foi necessária devido ao grande problema em nosso estoque que era a falta de acurácia suficiente para prestar um bom nível de serviço. Iniciamos a atividade no segundo semestre de 2008, foram aproximadamente 5 meses até a definição final do formato que é aplicado até hoje.
Este formato tornou-se uma meta mensal, com isso conseguimos realizar três ciclos completos por ano, e os resultados obtidos foram positivos. Já no primeiro ano de aplicação a acurácia chegou a 95% em 2009.
Em 2010 a acurácia subiu para 97,39 %, os erros operacionais caíram para 16 no ano, alguns destes erros por falta de atenção nas atividades de distribuição.
Em 2011 no primeiro semestre a acurácia subiu para 97,76 %, durante as contagens cíclicas foram detectados algumas divergências como erro de lote de produção, erro de posicionamento por digitação incorreta da posição, etc.. Os erros operacionais diminuíram para 7 até aqui e houve também uma diminuição de falta de material nas posições, ou seja, no ato da separação do material o conferente não encontra problemas em localizar os materiais.
Abaixo temos as figuras 1 e 2 que representam graficamente a evolução das contagens cíclicas versus erros operacionais:




Considerações Finais
Diante dos problemas e exemplos apresentados, se faz necessário a conscientização do pessoal operacional envolvido no processo de armazenamento e movimentação de materiais. Se não tivermos pessoas comprometidas, nem mesmo um sistema de WMS por Rádio Frequência poderá elevar a acurácia a 100% ou próximo disso.
Evidenciou-se que mesmo sem o investimento em um sistema WMS por rádio frequência pode-se obter bons resultados no tocante a acurácia. Atingir a exatidão nas informações de estoque é um objetivo, entretanto, a contagem cíclica tornou-se ferramenta fundamental e agora é uma meta mensal, e provou contribuir no apontamento de erros, destarte possibilitou maior visibilidade e atuação nas causas a fim de eliminar as falhas.



Referências bibliográficas
BALLOU, R. H.
administração de materiais e distribuição física, São Paulo: Atlas, 1993.
______ .
Logística
BANZATO, Eduardo. ERP + WMS = Excelência. Disponível
em http://www.guiadelogistica.com.br acesso em 20 de outubro de 2010
______
BERTAGLIA, Paulo R. 
Cadeia de Abastecimento, São Paulo : Saraiva, 2009.
______
BOWERSOX, Donald J. ; CLOSS, David J. ; COOPER, M.
Bixby G, Porto Alegre: Bookman, 2006.
______
Fleury, Paulo F.; Wanke, Peter; Fiqueiredo, Kleber F.
Empresarial: a Perspectiva Brasileira/(Organização), São Paulo: Atlas, 2008
______ .
MARTINS, Petrônio Garcia.
Planejamento do Fluxo de Produtos e dos Recursos Materiais, São Paulo: 2006
_____

acuracidade de Estoque em Logística de Medicamentos e Produtos para Saúde.
ago.2010 Disponível em<http://www.racine.com.br/
setor-industrial/portal-racine/setor-industrial/industria-de-produtos-medicos/correlatos/acuracidade-deestoque-em-logistica-de-medicamentos-e-produtospara-a-saude> acesso em 09 out 2010.

______
Sucupira, Cezar Inventários Físicos: a importância da
acuracidade dos estoques.  Seção publicações 2009 ,Disponível em <http//WWW.ideagri.com.br/plus/
modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=121> acesso em 09 out 2010

Informações sobre os autores:

Marcelo Rodrigues
Graduação em administração na Faculdade Unida de Suzano-Unizuz em 2008.
 Há quinze anos trabalhando na área de Logística e Administração de Processos

Jean Carlos Cavaleiro
Formado em Administração de Empresas, Especialista em Gestão de Negócios, Mestre em Engenharia da Produção e Doutorando em Engenharia da Produção.
Professor universitário há dez anos em instituições como Universidade Cruzeiro do Sul, Universidade Paulista e UNISUZ. Coordenador do curso de Logística na Universidade Paulista, Coordenador do Escritório de práticas de Gestão.

Fernando Souza Cáceres
Graduado em administração pela Universidade Cidade de São Paulo, especialista em finanças de empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Professor orientador de estágio supervisionado e trabalhos de conclusão do curso de administração da Faculdade Unida de Suzano.